quinta-feira, 12 de maio de 2016

Mães gente como a gente.

Confesso que havia feito planos de escrever alguma coisa perto do dia das mães, mas a correria do dia a dia atrapalhou tudo, e o tempo livre utilizo para uma causa muito justa ultimamente... dormir !
Mas essa bela madrugada está muito convidativa...     aposto que daqui a algumas horinhas quando precisar levantar me arrependerei muito de achar essa madrugada qualquer coisa haha 

Mas pontuando o assunto colocado no titulo, esses dias na terapia surgiu um assunto bacana, minha psicologa me fez analisar meus pais de outra forma, não tão romantizada como estamos acostumados a fazer. Esse processo doloroso mas necessário, vou puxar mais para o lado materno assim tenho outro assunto para uma próxima postagem.
Como sempre falo eita pessoinha que sofre é as mães, qualquer fase do filho é uma porrada de novas preocupações sem fim, devemos ter amor, carinho, respeito e muito cuidado sim, alias amar os seres humanos é importantíssimo.
O novo olhar que eu tive e quis dividir se coloca na relação de que pais mesmo sem intenção, sem saber (no caso dos meus) traumatizam as suas crianças, as vezes até por excesso de cuidado, por julgar a beleza do filho pelo seu peso, por cobrar uma responsabilidade maior do que deveria em alguns aspectos e em outros criar o filho na bolha.
Mas que culpa tem os pais se filho não vem com manual né? o que resta é partir para terapia mexxmo haha

E entender que pais são pessoinhas como nós, crescidas e ponto, não podem mandar na sua vida pessoal, no seu visual, na sua vida profissional, você se colocar, mostrar seu limite é importante.
Olha prometo não escrever mais na madruga, esse texto nada com nada haha socorro !!!






sexta-feira, 6 de maio de 2016

Iniciando uma jornada.

Em um mundo onde conversar com máquinas se tornou mais atrativo do que dividir seus pensamentos e inquietações com pessoas, a ideia do blog não me parece nada mal, rs